. Realismo




Em cartaz de 4 a 8 de abril, no Galpão Gamboa, chega o espetáculo “Realismo”, de Anthony Neilson e direção de Tato Consorti. A peça, um projeto da Imprecisa Companhia, com tradução de Felipe Vidal, acompanha um sábado na vida de João Velho. Nessa jornada, o consciente e o inconsciente desse homem são confrontados, criando um plano onde o espectador não sabe o que é, de fato, real.
No palco, João Velho, como protagonista e dando nome ao personagem, Adriano Saboya, Átila Calache,Beatriz Bertu, Christian Landi, Daniela Galli, Paula Braun e um convidado especial a casa apresentação. Bem-humorado, o texto, inédito no Brasil, flerta com diversos gêneros que perpassam o vaudeville, o absurdo e o nonsense, criando uma estrutura na qual o título da peça não condiz, ironicamente, com uma possível primeira leitura de seu significado.
Na trama, uma mãe e um pai pouco ortodoxos; uma namorada de adolescência e uma atual quase-ex-namorada; dois amigos, um de infância, outro de idade adulta, ambos hiperativos; programas decadentes de televisão; um gato nada simpático; a total inação de um homem comum de 30 anos que decide se enclausurar em seu apartamento, em meio a seus “fantasmas”. Esses são alguns dos elementos que compõem o espetáculo.Realismo retrata estilhaços da vida de uma figura nada exemplar, constituindo, de forma difusa, imagens que pretendem discutir, através da ótica masculina, a inerente solidão de todo ser humano.
“Realismo lança um olhar sensível sobre o universo masculino – mais pontualmente, o texto parece falar da inaptidão de todo menino frente à vida adulta. E temos, ainda, a comicidade ácida; quase desbragada; beirando o politicamente incorreto”, afirma Tato Consorti.
Gambora?
Então entre no mundo de João Velho com a gente!
Quando?
De 4 a 8 de abril!
Horários:
Quinta, sexta e sábado às 21h
Domingo às 19h
Segunda-feira às 20h.
Onde?
No Galpão Gamboa! Rua da Gamboa, 277/279 – Santo Cristo. Veja como chegar!
E quanto?
O realismo barato: R$20 inteira, R$10 meia e R$5 para moradores da Zona Portuária (com comprovante de residência).

. O teatro é uma mulher

. A arte da comédia


. A onça e o bode

. Momo e o senhor do tempo

. Depois da queda


DEPOIS DA QUEDA é um dos mais relevantes textos de Arthur Miller, dramaturgo norte‐americano que é um ícone do teatro do século XX. Esta realização visa proporcionar ao público brasileiro o contato com uma peça chave da obra de Miller, que teve apenas uma montagem profissional em nosso país, de enorme sucesso, há 48 anos. 

FICHA TÉCNICA
Texto : ARTHUR MILLER
Direção e Tradução : FELIPE VIDAL

ATORES / Personagens
LUCAS GOUVÊA - Quentin
SIMONE SPOLADORE - Maggie
GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA - Louise
THAIS TEDESCO - Rose / Holga
PAULO GIARDINI - Ike
LUCIANO MOREIRA - Dan
JOSÉ KARINI - Mickey
LEANDRO DANIEL COLOMBO - Lou
TALITA FONTES - Elsie
PAULA TOLENTINO - Felice / Maggie (STAND IN)

Cenário:
AURORA DOS CAMPOS
Figurino :
FLÁVIO SOUZA
Iluminação: TOMÁS RIBAS
Preparação Corporal:
DENISE STUTZ
Direção musical, composições e arranjos: LUCIANO MOREIRA E FELIPE VIDAL
Visagismo:
LUIZ DE LUCA
Programação visual:
CRIA DA CASA
Assistência de direção:
Beatriz Bertú e Victor Nalin
Assistência de cenografia:
Ana Machado
Assistência de figurino:
Raquel Theo
Assistência de iluminação:
Camilo Soudant

Produção Executiva - RJ:
Dâmaris Grün
Direção de produção: João Braune, Daniele Avila Small
Realização: Projéteis - Cooperativa Carioca de Empreendedores Culturais
Idealização do projeto:
Felipe Vidal


http://vimeo.com/51147659

. Cucaracha





“Ninguém acorda pensando que pode vir parar num lugar como esse... Ninguém quer. Mas acontece.” Este é o ponto de partida em Cucaracha: estar onde não se quer estar e viver a partir disso. Encontrar razões consistentes que nos façam ver na vida uma possibilidade de acontecimentos, sejam eles sublimes ou trágicos. Mirrage a enfermeira, Vilma a paciente, um encontro a partir do imprevisível, a vida a partir da vida. 

Texto: Jô Bilac
Direção: Viniciús Arneiro
Elenco: Carolina Pismel como Mirrage e Júlia Marini como Vilma
Voz do alto falante: Paulo Verlings
Cenário: Aurora do Campos
Figurino: Thanara Schonardie
Iluminação: Paulo César Medeiros
Música e som cênico: Daniel Belquer
Programação Visual: Diogo Liberano
Fotos Divulgação: Paula Kossatz
Assessoria de Imprensa: André Gomes
Estagiária de Cenografia: Carolinha Sugahara
Cenotécnicos: André Salles
Equipe de cenotecnia: Paulo Sá, Leandro Brander, Walmir Jr., Alberto 
Assistência de Iluminação: Boy Jorge
Equipe de Montagem luz: Art Light
Contra regras: Isaak Bezerra do Vale e Natália Silva de Oliveira
Operação de Som: Viniciús Arneiro e Paulo Verlings
Operação de Luz: Fernanda Montovani
Direção de Produção: Liliana Mont Serrat e Damiana Guimarães
Produção executiva: Dani Carvalho
Assistente de Produção: Laís Werneck
Realização: Teatro Independente

. Peça coração


Criada a partir do texto homônimo de Heiner Müller, a peça investiga o coração, a dualidade, o amor. Na cena desenvolvem-se dois corpos, suas impermanências, seus vazios, a solidão e a eminência de estar com outro. 
Criação e Interpretação: Cristina Moura e Volmir Cordeiro
Assistente de Criação: Fernanda Felix
Musica: Domenico Lancellotti e Estevão Casé
Cenário: Aurora dos Campos
Assistente de cenografia: Ana Machado
Contra-regra: Leandro Brander
Video: Paola Barreto e Timba
Figurino: Luiza Marcier
Programação Visual: Cubículo
Fotos: Renato Mangolin
Ass. de imprensa: Renato Saraiva e Mural Comunicação
Direção de Produção e Administração: Carla Mullulo
Produção Executiva: Lia Sarno

Fotos: Renato Mangolin

. Michael & Eu



Um fã obcecado por Michael Jackson (inspirado na vida de Leandro Lapagesse) entra em depressão após a morte do ídolo. Desolado, procura um terapeuta e consegue ver o músico nas sessões.

Texto: Marcelo Pedreira
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Bruno Garcia e Pedroca Monteiro
Cenário: Aurora do Campos
Figurino: Thanara Schonardie
Iluminação: Tomás Ribas
Vídeos: Caco Moraes
Música / fã: Leandro Lapagesse
Assistente de cenografia: Ana Machado
Estagiária de Cenografia: Carolinha Sugahara
Cenotécnico: André Salles
Direção de Produção: Marcelo Chaffin

. Arte


Comédia onde três grandes amigos revelam e questionam suas vidas e relacionamentos em uma discussão desencadeada quando um deles compra um quadro branco.

Texto: YASMINA REZA
Tradução e Direção: EMILIO DE MELLO
Elenco: CLAUDIO GABRIEL, MARCELO FLORES e VLADIMIR BRICHTA
Cenário: AURORA DOS CAMPOS 
Figurino: MARCELO OLINTO
Iluminação: TOMÁS RIBAS
Música: MARCELO ALONSO NEVES
Assistência de direção: DANIELE ROSÁRIO
Assistência de produção : MICHELLE RAJA
Projeto gráfico: RADIOGRÁFICO- OLIVIA FERREIRA E PEDRO GARAVAGLIA
Fotos: ANDRÉ WANDERLEY 
Assistente de Cenografia: ANA MACHADO
Cenotécnico: ANDRÉ SALLES
Ferreiros: MARANHÃO E DJAVAN
Diretor de palco: MARQUINHOS LESQUEVES
Produção: DADÁ MAIA E JOSÉ LUIZ COUTINHO

. Cowboy

São dois monólogos que contam a história do tempestuoso relacionamento entre uma mãe e seu único filho. Na primeira parte, o filho dá seu depoimento, relatando seu envolvimento comsubstâncias alucinógenas e passagens por clínicas psiquiátricas. Em seus delírios, tem visões de duas vacas azuis de estimação. A negação da existência das vacas e as insistentes tentativas de trazê-lo para o mundo real tornaram sua mãe uma figura terrível e ameaçadora.

Na segunda parte, a mãe faz um acerto de contas com o passado. Durante uma festa em seu apartamento, ela resolve visitar o quarto intacto do filho, numa tentativa desesperada de juntar os cacos de sua vida.

Ficha Técnica:
Texto: Daniela Pereira de Carvalho
Elenco: Saulo Rodrigues e Susana Ribeiro
Direção:  Henrique Tavares
Assistente de direção: Alfredo Boneff
Cenário : Aurora dos Campos
Desenho de Luz : Tomás Ribas
Figurinos: Marcelo Olinto
Trilha sonora: Alfredo Boneff e Henrique Tavares
Assistentes de cenografia: Luiza Paes
Cenotécnico: André Salles
Diretor de Palco: Adriano Farias
Direção de produção: Rossine A. Freitas e Bruno Katzer


Fotos de Dalton Valério.